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INVESTIMENTOS
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III

Plano

Nessa seção você fica por dentro do resultado dos investimentos e de diversos outros detalhes sobre o desempenho do Plano III em 2025.

Cenário

econômico

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GLOBAL

Em 2025, o cenário internacional combinou desafios econômicos e tensões geopolíticas. Nas principais economias, a inflação seguiu pressionada em alguns momentos, enquanto mudanças de política comercial nos Estados Unidos influenciaram o fluxo do comércio mundial. Com tarifas mais altas e rearranjos nas cadeias globais, houve redução de preços de alguns bens industrializados e desvalorização do dólar, o que ajudou a moderar a inflação global.

Na Europa, o Banco Central iniciou uma trajetória de cortes de juros, levando a taxa para 2% ao ano. Ainda assim, o desequilíbrio fiscal em parte dos países do bloco permanece como fator limitante para um crescimento mais robusto. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve fez cortes graduais e encerrou o ano com os juros na faixa entre 3,50% e 3,75%. O mercado acionário norte-americano foi impulsionado, sobretudo, por empresas de tecnologia, e o S&P 500 avançou 16,39% em 2025 — ainda que com atenção a riscos de correção caso projeções de lucros não se confirmem. Quando avaliado em reais, a alta foi mais moderada, de 3,42%, devido à desvalorização do dólar em relação ao real em 2025.​​

Na China, a expectativa é de crescimento próximo a 5% ao ano, com esforços para reduzir a dependência de investimentos em infraestrutura, ampliar a participação de setores de maior conteúdo tecnológico e estimular o consumo interno. O setor imobiliário segue como ponto de atenção, mas ganhos de produtividade têm sustentado um desempenho relativamente superior ao de outras economias.

Juros EUA (Fed): 3,50% ~ 3,75% a.a. (encerramento de 2025)
Europa: 2% a.a. (encerramento de 2025)

S&P 500 (variação em R$): 3,42% em 2025

China: crescimento próximo a 5% a.a.

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brasil

No Brasil, 2025 começou com expectativas de inflação acima de 5%, mas o resultado foi melhor do que o previsto. Entre os fatores que contribuíram para isso, destacam-se a valorização do real, uma safra agrícola abundante e a dinâmica de preços industriais no cenário internacional. Com esse conjunto de elementos, o IPCA fechou o ano em 4,26%, abaixo da banda superior da meta.

A política monetária teve papel relevante nesse processo. O Banco Central elevou a Selic de 13,25% para 15% em julho, contribuindo para conter a inflação, mas com impacto sobre a atividade no segundo semestre. Como consequência, o PIB cresceu 2,3% em 2025, abaixo dos 3,4% registrados em 2024.

IPCA 2025: 4,26%

Selic: 15% (encerramento de 2025)

PIB 2025: 2,3% (vs 3,4% em 2024)

BRASIL
Indicadores econômicos (2024 X 2025)

Indicadores econômicos 2025-2024.png

O gráfico reúne cinco indicadores que ajudam a “ler” o ano econômico. Cada um deles traz um olhar diferente sobre o cenário. Em conjunto, esses indicadores ajudam a entender por que, em determinados momentos, faz sentido priorizar a proteção do poder de compra, a prudência na tomada de risco e a consistência no longo prazo — princípios que orientam as decisões de investimento dos planos. Veja ao lado os indicadores e o que representam:

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expectativa

2026

As perspectivas para 2026 trazem um componente adicional de incerteza com a proximidade das eleições presidenciais. Em dezembro de 2025, o anúncio de uma candidatura já foi suficiente para provocar queda relevante no Ibovespa em um único dia e alta dos juros ao longo de toda a curva, evidenciando a sensibilidade dos mercados ao ambiente político.

O cenário central considera a manutenção do atual modelo econômico, com política fiscal estimulativa e política monetária restritiva. Nesse contexto, os juros podem iniciar um movimento de queda, mas tendem a permanecer em patamar elevado por mais tempo.

Diante desse quadro, a estratégia de investimentos da BRF Previdência segue cautelosa e diversificada. Mantemos preferência por títulos públicos atrelados à inflação, que contribuem para proteger o poder de compra em cenários de incerteza. A exposição à renda variável doméstica permanece reduzida, enquanto a alocação no exterior tende a ser discretamente menor — mantida como elemento de diversificação — distribuída entre renda fixa e renda variável. A carteira permanece com flexibilidade para ajustes, caso ocorram mudanças relevantes no cenário.

ESTRATÉGIA

  • Cautela e diversificação, com decisões guiadas por cenário e política de investimentos.

  • Preferência por títulos atrelados à inflação (proteção do poder de compra).

  • Renda variável doméstica em patamar reduzido; exterior como diversificação, em nível discretamente menor.

  • Flexibilidade para ajustes caso o cenário mude.

2026

rentabilidade

2025


Plano IiI supera a meta de rentabilidade

Em 2025, a BRF Previdência superou a meta de referência do Plano III, registrando rentabilidade de 10,95%, acima do índice de referência do plano (IPCA + 5%, que foi de 9,48% no período). No horizonte de 36 meses, o desempenho também permaneceu acima da meta, com 34,84% de rentabilidade acumulada, frente a 31,73% do índice de referência. 

Esse resultado reflete uma gestão cuidadosa e consistente, alinhada as melhores oportunidades e pela aplicação de conceitos de Fronteira Eficiente, que orientam a construção de combinações de ativos com melhor relação entre risco e retorno, sempre dentro das diretrizes aprovadas. 

Entre os fatores que contribuíram para o desempenho, destacou-se o reforço em títulos públicos de longo prazo indexados à inflação, que ajudam a proteger o poder de compra e tendem a oferecer maior estabilidade quando mantidos até o vencimento. A alocação em renda fixa também foi ampliada como estratégia de preservação de capital em um ambiente de incertezas, enquanto a renda variável foi mantida em níveis compatíveis com o perfil do plano. Já a exposição a investimentos no exterior foi ajustada de forma planejada, considerando a leitura de cenário e a busca por melhor equilíbrio entre risco e retorno nas diferentes classes de ativos. 

Com essas decisões integradas, a BRF Previdência entregou um resultado consistente e alinhado às necessidades de longo prazo dos participantes. 

​O QUE SUSTENTOU O DESEMPENHO EM 2025

  • Carteira alinhada aos compromissos dos planos (ALM).

  • Decisões dentro de limites e diversificação (disciplina de risco).

  • Proteção do poder de compra com maior foco em títulos atrelados à inflação.

*A meta dos investimentos para 2025, definida para o Plano III, foi de IPCA + 5% de juros ao ano.

RENTABILIDADE DO PLANO III em 2025

RENTABILIDADE 2025 - PLANO iii - TABELA (1).png
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O QUE É A META ATUARIAL E PORQUE ELA IMPORTA

É a “bússola” financeira do plano de previdência: o rendimento mínimo que o plano precisa alcançar ao longo do tempo para garantir reserva compatível e o pagamento dos benefícios no futuro, com previsibilidade. Quando o plano atinge ou supera esses índices, reforça sua saúde financeira e traz mais segurança para cada participante.

Na prática, ela ajuda a manter o equilíbrio entre:
 

  • o que o plano arrecada

  • como os recursos são investidos

  • o que precisa ser pago em benefícios ao longo do tempo

DISTRIBUIÇÃO DOS INVESTIMENTOS POR SEGMENTO E POR CATEGORIA DE ATIVO

As movimentações de investimentos em cada segmento seguem recomendações técnicas elaboradas pela Aditus Consultoria, em conjunto com a avaliação de cenário e as oportunidades identificadas pela equipe interna de investimentos.

Em relação a planos de natureza de contribuição definida (CD), como é o caso do Plano III, as movimentações são guiadas pelos estudos de Fronteira Eficiente, que apoiam a escolha de combinações de ativos com melhor relação entre risco e retorno — sempre dentro das diretrizes aprovadas e do perfil de cada plano.

                             

Em 2025, o Plano III registrou movimentação relevante em títulos públicos indexados à inflação, com ajustes de vencimentos conforme as características de cada plano e com atenção ao controle de volatilidade.​

Confira nos gráficos abaixo a distribuição por segmento:

Distribuição em %

Distribuição em R$ (mil)

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PLANO III ATUALIZADO.png
  • Inflação longa: movimentações relevantes em títulos públicos indexados à inflação.

  • Redução de exposição à renda variável, diante de maior volatilidade.

  • Postura mais cautelosa em crédito, priorizando melhor equilíbrio entre risco e retorno.

  • Diversificação internacional mantida como elemento de diluição de riscos e acesso a oportunidades.

DIRECIONAIS
DE ALOCAÇÃO

em 2025

 Quer saber mais detalhes? 

Clique no botão abaixo para baixar as tabelas completas

Resultado da Política de

investimentos

As diretrizes definidas na Política de Investimentos são fundamentais para a estabilidade e a sustentabilidade dos planos no longo prazo, pois dão previsibilidade para retornos e para os fluxos financeiros necessários ao pagamento de benefícios.

Além dessas diretrizes, o reinvestimento contínuo e o monitoramento permanente do cenário macroeconômico permitem identificar oportunidades pontuais — especialmente quando as taxas de juros apresentam condições favoráveis — contribuindo para carteiras mais resilientes e resultados consistentes ao longo do tempo.

Em 2025, os movimentos táticos e estratégicos tiveram papel relevante na preservação de capital em um período de volatilidade. Os desenquadramentos registrados foram de ações abruptas.

Enquadramento (2025)

Desenquadramentos passivos (movimento de mercado), com regularização gradual ao longo do tempo.​

Clique no botão abaixo para baixar o documento completo com o resultado da Política de Investimentos do Plano III:

Para fortalecer a segurança dos recursos administrados e potencializar resultados, as Políticas de Investimentos — em linha com a Resolução CMN nº 4.994/2022 — estabelecem critérios, parâmetros e limites de gestão de risco. Em 2025, monitoramos os riscos e seus controles associados e registramos apenas desenquadramentos passivos decorrentes de situações pontuais de mercado, regularizados ao longo do exercício.

em investimentos

LIMITES DE RISCOS

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EVOLUÇÃO DAS OPERAÇÕES com

participantes

A BRF Previdência oferece programa de empréstimos aos participantes como um benefício adicional, pensado para proporcionar acesso a crédito com condições mais favoráveis e contribuir para o bem-estar financeiro de todos, além de rentabilizar as reservas dos próprios participantes com juros acima das metas.

Em 2025, esse programa passou por ajustes em função das mudanças trazidas pela Lei nº 15.179/2025, que atualiza as normas para a concessão de empréstimos consignados no país. Para garantir total conformidade com a nova legislação e manter a segurança jurídica e operacional do benefício, as concessões foram temporariamente suspensas em abril de 2025.

Atualmente, a BRF Previdência acompanha de perto o processo de regulamentação complementar da lei, sendo que, ainda não há data definida para a reabertura da linha de empréstimos, mas o monitoramento é contínuo. Assim que todas as regras estiverem plenamente estabelecidas e o programa puder ser retomado com segurança, todos os participantes serão informados pelos nossos canais oficiais.                                                                                                                   

  • Concessões encerradas em abril/2025.

  • Retomada condicionada à regulamentação completa da Lei nº 15.179/2025.

  • ​Comunicação aos participantes pelos canais oficiais assim que houver definição.

empréstimo consignado

SALDO DE EMPRÉSTIMOS

Saldo de Empréstimos - III.png
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investimentos

Composição das despesas de

Ao longo de 2025, a BRF Previdência conduziu revisão de contratos e negociações com prestadores de serviço, reduzindo despesas administrativas e de gestão dos investimentos. Essas iniciativas reforçam o compromisso com eficiência, transparência e boa utilização dos recursos dos participantes.

Entre os avanços, destacam-se reduções em taxas de administração e racionalização no número de gestores. Como resultado, houve uma redução de 57% nas despesas em comparação ao ano anterior.

Somadas, essas medidas fortalecem a sustentabilidade financeira dos planos e contribuem para melhorar o resultado líquido das carteiras, mantendo foco em segurança e qualidade de gestão.

Eficiência em custos

  • Com o fechamento das despesas de dezembro-25, a redução no total das despesas ficou em 57,42%.

  • Ajustes em taxas de gestão e racionalização de gestores.

Limites de aplicação
para 2026

A BRF Previdência atualizou os estudos de ALM (Asset Liability Management), metodologia que busca equilibrar ativos e obrigações dos planos, favorecendo segurança, rentabilidade e eficiência. Esses estudos são especialmente aplicados aos planos FAF e BD, assegurando aderência da carteira às obrigações futuras.

Para os demais planos, a definição de diretrizes considerou suas características e utilizou a Fronteira Eficiente (Markowitz), incorporando oportunidades de mercado e expectativas macroeconômicas para os próximos cinco anos.

Como direcionais, houve aumento de exposição a títulos públicos de longo prazo indexados à inflação, ampliação de renda fixa para maior estabilidade, manutenção de renda variável em níveis adequados e redução planejada em investimentos no exterior, refletindo o ambiente global e as necessidades específicas dos planos.

  • Maior foco em títulos públicos indexados à inflação (proteção).

  • Renda fixa ampliada (estabilidade).

  • Renda variável mantida em nível adequado ao perfil dos planos.

  • Investimentos no exterior em patamar reduzido (planejado).

DIRECIONAIS 2026 

(alocação)

Ativos em

default

Em 2025, não houve ocorrência de inadimplência nos investimentos da BRF Previdência: as contrapartes cumpriram integralmente seus compromissos, sem atrasos ou inadimplência.

 

Em relação aos rebaixamentos de rating identificados em 2024 em ativos de crédito presentes em fundos de gestão terceirizada, houve avanço relevante na redução de exposição. Atualmente, esses ativos representam menos de 0,20% das carteiras. Por se tratar de mudança externa, a legislação classifica como desenquadramento passivo. A Fundação segue o fluxo de desinvestimento previsto, considerando liquidez e condições de mercado, para uma saída segura e responsável.

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Risco de crédito

  • Default: zero ocorrência em 2025.

  • Exposição a ativos rebaixados: < 0,20% das carteiras (redução vs 2024).

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Os aspectos Socioambientais e de Governança Corporativa (ASG) integram o processo de análise e acompanhamento dos investimentos. Contamos com suporte de fornecedores e gestoras especializadas que aplicam critérios ASG na análise de ativos e no monitoramento.

 

Esse cuidado também está presente na seleção de gestores, verificando compromissos e práticas adotadas por cada instituição. Todo o processo é conduzido em alinhamento à Política de Investimentos, reforçando responsabilidade e coerência na gestão dos recursos dos participantes.

socioambientais

Observações de princípios

Previdência

que acompanha toda a vida

INFORMAÇÕES DO PLANO

Confira os principais números da seguridade da BRF Previdência, com dados sobre participantes, contribuições, benefícios e outros indicadores que ajudam a acompanhar a gestão e a evolução do plano ao longo do tempo. 

participantes

40 anos

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ativos

assistidos

52 anos

idade média

Ativos: aqueles que estão na fase de acumulação de seus recursos                                       Assistidos: aqueles que já estão aposentados

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Na sequência, os gráficos apresentam a distribuição dos participantes por grupo (Ativos, Assistidos, Autopatrocinados, BPD e em Período de Opção), além de gênero e médias de idade — contexto essencial para interpretar as diferenças entre planos BD e CD.

Seguridade gráfico III - Participantes por gênero.png
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Grupo de participantes
PLANO III

participantes por gênero
PLANO III

 

 

 

Nesta seção, apresentamos alguns dos principais indicadores relacionados ao plano, como a quantidade de participantes por status, os institutos concedidos, além dos valores de contribuições recebidas e benefícios pagos ao longo do ano.

Utilize as setas para navegar entre os quadros e visualizar todas as informações.

participantes

O Plano III encerrou o ano de 2025 com 33.004 participantes, distribuídos conforme o quadro a seguir:

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participante

voz do

INDICADORES DE GESTÃO

INDICADORES
DE GESTÃO

Gestão Administrativa (PGA) 

Orçamento - Execução - Indicadores de Gestão

A gestão administrativa sustenta, no dia a dia, a operação da BRF Previdência — pessoas, tecnologia, processos, controles, auditorias e serviços essenciais para administrar os planos com qualidade, segurança e conformidade. É essa estrutura que viabiliza a gestão responsável dos planos de benefícios ao longo do exercício.

Em 2025, a partir de abril, o custeio administrativo passou a ser suportado, majoritariamente, pela rentabilidade dos investimentos dos próprios planos, sem cobrança direta do participante e da patrocinadora.

Para dar transparência a esse processo, a Entidade elabora e acompanha anualmente o orçamento do Plano de Gestão Administrativa (PGA), instrumento que reúne as receitas e despesas relacionadas à administração dos planos e orienta a execução dos recursos.

O PGA possui patrimônio próprio, segregado dos patrimônios dos planos de benefícios previdenciais, e conta com regulamento específico aprovado pelo Conselho Deliberativo. Embora esse fundo administrativo seja controlado de forma apartada, seu saldo é segregado por plano de benefício, sem caracterizar, por si só, direitos ou obrigações individuais para patrocinadoras ou participantes.

Critério de segregação entre planos

A apropriação das receitas e despesas administrativas observa a relação de origem de cada item com os planos administrados pela Entidade:

  • Receitas administrativas: são apropriadas de forma específica, de acordo com o plano de benefício que lhes deu origem.

  • Despesas específicas: correspondem aos gastos diretamente atribuíveis a determinado plano de benefício.

  • Despesas comuns: referem-se aos gastos compartilhados entre o conjunto de planos e são rateadas conforme critério definido na aprovação do orçamento anual, considerando a proporção patrimonial de cada plano na data-base adotada.

Em 2025, houve uma mudança relevante na forma de custeio administrativo dos planos, com adoção, a partir de abril, de novo critério de suporte às despesas, detalhado nas seções específicas de cada plano.

consolidado

DESTAQUES 2025 (consolidado)

  • Despesas administrativas: 18.028, frente a 18.791 orçados (-4,06%).

  • Receitas administrativas: 22.047, frente a 20.807 orçados (5,96%).

  • Resultado do PGA: superávit de 4.019 (receitas maiores que despesas), contribuindo para a evolução do Fundo Administrativo.

DESTAQUES 2025

Execução orçamentária 

A seguir, apresentamos a execução orçamentária administrativa de 2025, com detalhamento das receitas e despesas que compõem o custeio da administração, iniciando pela visão consolidada e, na sequência, pela abertura por plano.

receitas administrativas (consolidado)

 

*

 

*  A contribuição da patrocinadora, reflete a execução do plano de custeio, até março/2025, anterior a aprovação do novo regulamento dos planos

RECEITAS consolidado - orçado-realizado.png

Em 2025, a partir de abril, o custeio administrativo passou a ser suportado, majoritariamente, pela rentabilidade dos investimentos do próprio plano, sem cobrança direta de participantes ou patrocinadoras.

PLANO III

RECEITAS III - orçado-realizado.png

depesas administrativas (consolidado)

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PLANO IIi

DESPESAS III - orçado-realizado.png

Em síntese, os principais números da execução orçamentária do plano em 2025 estão resumidos a seguir.

PLANO IiI -

EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA EM R$ MIL

  • Despesas administrativas: 1.840, frente a 2.007 orçados (-8,34%).

  • Receitas administrativas: 2.316, frente a 2.254 orçados (+2,77%).

  • Resultado do plano: superávit de 476 (receitas maiores que despesas), contribuindo para a evolução do Fundo Administrativo.

Indicadores de gestão (CNPC 62/2024) 

Os indicadores de gestão do PGA mostram, de forma objetiva, como a BRF Previdência acompanha a eficiência do custeio administrativo e a sustentabilidade do Fundo Administrativo, em linha com os parâmetros previstos na CNPC 62/2024. A leitura desses indicadores ajuda a compreender a relação entre estrutura administrativa, escala dos planos, receitas de custeio e equilíbrio financeiro da gestão.

Como ler os principais indicadores de gestão

Os indicadores de gestão ajudam a traduzir, de forma objetiva, como o custeio administrativo se comporta ao longo do exercício. Entre os principais, destacam-se a taxa de administração, a despesa administrativa por participante, a relação entre despesas e receitas administrativas e a evolução do Fundo Administrativo.

Taxa de administração

Mostra o custo administrativo em relação ao tamanho do plano, considerando o patrimônio ou os recursos garantidores. Em termos simples, indica quanto da estrutura administrativa representa em comparação ao volume de recursos administrados.

se a taxa fosse de 1% ao ano, isso significaria que, a cada R$ 100 do patrimônio do plano, R$ 1 corresponderia ao custo administrativo anual, conforme o modelo de custeio adotado.

Exemplo:

Despesa administrativa por participante

Indica o custo médio administrativo por participante, permitindo observar o efeito de escala e a eficiência na diluição das despesas.

Relação entre despesas e receitas administrativas

Mostra quanto das receitas administrativas foi consumido pelas despesas do período. Esse indicador ajuda a avaliar o equilíbrio entre os recursos destinados ao custeio e os gastos realizados.

Evolução do Fundo Administrativo

Reflete a variação do fundo entre períodos, mostrando o efeito combinado do resultado da gestão administrativa e da dinâmica de custeio adotada no exercício.

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Indicadores por plano

Indicadores de gestão (consolidado) 

Após a visão consolidada, os indicadores são apresentados por plano, permitindo observar como o custeio administrativo se comporta em cada estrutura.

Em 2025, os indicadores do Plano II mostram o comportamento do custeio administrativo ao longo do exercício, considerando a relação entre despesas, receitas e evolução do Fundo Administrativo.

PLANO IIi

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Retrato de família

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Relatório Anual
de Informações

2025

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Expediente

Diretoria Executiva

Maurício Manduca – Diretor Presidente

Vivian Fonseca – Diretora Administrativa e de Seguridade  

Milton Cabral – Diretor de Investimentos

 

Conselho Deliberativo

Presidente: Daniel Luís Morelli Rocha

 

Conselheiros: Tiago Luiz de Freitas Pereira, Felipe Costa Ricciulli Soares, Rafael Lando Menute, Jair Bondicz e Júlio Cesar Cavasin.

Conselho Fiscal

Presidente: Almir Sebastião Zanon Xavier 

 

Conselheiros: Ludieri Leandro Florelli e Vinicius José Ferreira

Edição de arte: Mirador Comunicação

CENTRAL: 0800 702 4422

Atendimento das 8:30 às 17:30 (de segunda a sexta-feira). 

 

E-MAIL: atendimento@brfprevidencia.com.br

 

WHATS APP: (11) 96325-9487 - Atendimento somente por mensagens. 

CANAIS DE ATENDIMENTO

CANAL DE DENÚNCIA: 0800 740 4789

Email: canaldedenuncias.brfprevidencia@iaudit.com.br 

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